Maria e a igreja Católica






Na Igreja Católica, Maria, a mãe de Jesus, é talvez mais reverenciada que Jesus Cristo.
Maria, a mãe de Jesus, mantém um lugar de honra significativo na Igreja Católica e é reverenciada por católicos em todo o mundo.
Examinando as Escrituras a respeito de Maria, a mãe de Jesus, vemos que a maioria da doutrina da Igreja Católica concernente a Maria não encontra sua origem na Bíblia. As Escrituras não dizem aos cristãos que coloquem Maria numa posição de honra especial na igreja ou no reino de Deus.
Maria, a mãe de Jesus, aparece várias vezes nas Escrituras. Segue uma lista de ocasiões quando Maria é mencionada:
 
Ela é alistada na genealogia de Jesus (Mateus 1:16).
 
É visitada pelo anjo Gabriel, que anuncia que ela conceberá pelo Espírito Santo e dará à luz um filho (Lucas 1:26-28).
 
Visita sua parenta, Isabel, que está grávida de João Batista (Lucas 1:39-56).
 
José descobre que ela está grávida e decide divorciar-se em segredo até que Deus fala-lhe em sonho e o convence a se casar com ela (Mateus 1:18-25).
 
Ela permanece virgem até que Jesus nasce (Mateus 1:25).
 
Dá à luz a Jesus (Lucas 2:1-20).
 
Ela e José apresentam Jesus no templo (Lucas 2:21-38).
 
Ela está presente quando os Magos visitam Jesus (Mateus 2:11).
 
É mencionada no sonho que José teve, instruindo-o a levar o menino e sua mãe para o Egito, para escapar de Herodes (Mateus 2:13).
 
É mencionada no sonho de José, instruindo-o a levar o menino e sua mãe de volta para Israel (Mateus 2:20).
 
Ela se estabelece com a família em Nazaré, onde Jesus cresce (Lucas 2:39-40).
 
Viaja para Jerusalém, para a Páscoa, onde o menino Jesus separa-se dos seus pais e é encontrado ensinando no templo (Lucas 2:41-50).
 
A família retorna a Nazaré depois da Páscoa e Jesus continua a amadurecer (Lucas 2:41-50).
 
Ela e Jesus assistem a uma boda em Caná e, quando Maria pede a Jesus para fazer alguma coisa quando o vinho se acaba, ele realiza seu primeiro milagre registrado na Bíblia (João 2:3-5).
 
Ela sai de Caná com Jesus e seus irmãos e todos passam uns poucos dias em Cafarnaum (João 2:12).
 
Enquanto Jesus está pregando, Maria e seus filhos estão preocupados com ele, e vêm falar com ele. Neste ponto, Jesus diz aos seus ouvintes que sua mãe e seus irmãos são aqueles que obedecem a Palavra de seu Pai (Mateus 12:46-50; Marcos 3:21, 31-35; Lucas 8:19-21).
 
Ela é mencionada quando os judeus se recusam a crer que Jesus seja o Messias porque eles conhecem sua mãe e seu pai (Mateus 13:54-57; Marcos 6:3; João 6:42).
 
É referida quando uma mulher da multidão diz a Jesus: "'Feliz o ventre que te carregou, e os seios que te amamentaram', Jesus respondeu: 'Mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática' (Lucas 11:27-28).
 
Está ao pé da cruz, quando Jesus diz ao apóstolo João que se responsabilize pelo cuidado dela (João 19:25-27).

Depois que Jesus ascendeu ao céu, ela e outros irmãos de Jesus estão com os apóstolos e outros discípulos, na sala superior, devotando-se a oração (Atos 1:14).


Depois de ler todos os lugares onde Maria é mencionada nas Escrituras, podemos ver que a Bíblia confirma a doutrina católica segundo a qual Jesus foi concebido milagrosamente através do Espírito Santo e que Maria ainda era virgem quando ele nasceu. Ao mesmo tempo vemos que a Igreja Católica conserva um bom número de crenças sobre a mãe de Jesus que não estão contidas na Bíblia. As Escrituras não fazem menção à Imaculada Conceição, a vida sem pecado de Maria, nem sua ascensão ao céu. Também não há recomendações dadas aos cristãos para orarem a ela ou cantarem cânticos de louvor a ela. Como foi afirmado acima, quando uma mulher da multidão tentou honrar Maria porque ela era a mãe de Jesus, ele disse: "Mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática" (Lucas 11:27-28). Esta ocasião foi uma oportunidade para Jesus confirmar que Maria deveria ter um lugar de honra nos corações dos cristãos porque ela era sua mãe, mas ele não quis fazer isso.
 
O ensinamento da Igreja Católica que afirma que Maria foi virgem até morrer está diretamente contradito pelas Escrituras. A Bíblia afirma somente que Maria permaneceu virgem até que Jesus nasceu (Mateus 1:25), não até que ela morreu. Conforme a relação acima, três evangelhos mencionam que Jesus tinha irmãos e irmãs. Dois dos evangelhos dizem que os nomes dos irmãos eram Tiago, José, Simão e Judas. 

Portanto Maria pode até ser exemplo de mulher virtuosa, mulher obediente e temente a Deus, mulher usada na obra do Senhor. MAS NUNCA, JAMAIS, DEVE SER ALVO DE ADORAÇÃO.  Pois o Espírito Santo, como a palavra afirma, não habita em templo feito por mão de homem, ele não está no barro, ou na madeira, quando Ele entre no templo ("igrejas") é porque nós estamos lá, orando, clamando, louvando, adorando, chamando a presença dEle. Ele mesmo já afirmou que não divide a glória dEle com ninguém.


VAMOS ADORAR CORRETAMENTE!

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